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“No manicómio”, José A. Crespo de Carvalho

O Jorge, logo adormeceu, depois de tomar a medicação prescrita. No dia seguinte, só lhe apetecia fumar. Cigarros entenda-se. Queria estar isolado dos outros doentes. Que não o podiam compreender. E aliás, os outros eram todos doentes. Ele não! Era perseguido de verdade. E a televisão era uma ameaça que só iria agudizar o seu problema. Por isso, os enfermeiros tiraram a televisão da sala de “chuto”.

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